4 de abril de 2011

A atividade final programada para a Sociedade da Rosa dos Ventos no dia de hoje foi a visita a uma das áreas afetadas pelas fortes tempestades e deslizamentos que mataram cerca de mil pessoas e deixaram desabrigadas mais de vinte mil.

A chuva bastante forte, que, segundo meterologistas, ocorre apenas uma vez em cada 350 anos, fez com que imensas encostas deslizassem. Lagos transbordaram, transformando  córregos bucólicos em rios torrenciais, que destruiram casas e até edifícios em questão de pouco tempo.

No Vale do Cuiabá, cerca de 80 pessoas morreram e muitas outras ficaram desabrigadas. Carine Cunha, professora de biologia no Colégio Anglicano de Araras, mostrou ao grupo o lugar onde ela morava. Sua família conseguiu sobreviver pois buscaram refúgio em tempo hábil na casa de vizinhos, onde havia um segundo andar.  A casa dela, que nunca havia sido inundada, foi completamente coberta pela água e está condenada pela defesa civil. Sua família foi obrigada a recomeçar a vida novamente. Todos os seus bens se perderam.

A IEAB tem trabalhado com organizações de socorro ecumênicas e com o governo local de modo a reconstruir as áreas devastadas e construir casas para as pessoas que ficaram desabrigadas após a catástrofe. A visita de um grupo de tantas igrejas da Comunhão Anglicana é um lembrete das inúmeras igrejas que enviaram donativos através da IEAB.

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Luiz Coelho

Membro do GT-Comunicação da IEAB

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